É nestes momentos, quando as ondas são raras e os dias a seco se mulitplicam, que se vê quem são os amigos. E eu conheço um sapo que está mortinho por ir nadar. Podia ser egoista e ficar calado. Mas ele telefona. Já falta pouco. Acho.
Abraço
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Quem será o último a rir?

Sinceramente, e ao contrário de 99 por cento da população mundial, não faço a menor ideia. Mas, no meio de tanto entusiasmo por tão pouco, pode muito bem vir a ser este o dono da derradeira gargalhada.
Aqui está com cara de "Metro e meio off-shore, man!"
Aqui (leia-se em toda a campanha eleitoral norte-americana vista de Portugal)há uma tendência para diabolizar o amigo John e santificar o amigo Obama. Como se tudo fosse a preto e branco (e como a realidade os ajuda neste exercício). Mas não é, como todos estamos prestes a descobrir.
Aqui para nós, fica um pensamento simples: "Se a eleição já estivesse decidida, não valia a pena fazer a eleição."
Aqui fica o pensamento final: Não me interessa se é Mccain ou se é Obam. Só sei que ninguém me tira da água este fim-de-semana.
PS: Com Obama, o crowd aumenta. Vota McCain por menos gente no line-up
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
O regresso
"Imagine uma corrida entre Aquiles e uma tartaruga. Suponhamos que é dada à tartaruga uma vantagem inicial em distância. Aquiles jamais a alcançará, porque quando ele chegar ao ponto de onde a tartaruga partiu, ela já terá percorrido uma nova distância; e quando ele atingir essa nova distância, a tartaruga já terá percorrido uma outra nova distância, e assim, ao infinito."
Não faz mal correr atrás de sonhos, mas é mau acreditar que todos se vão realizar.
Seaworthy
Não faz mal correr atrás de sonhos, mas é mau acreditar que todos se vão realizar.
Seaworthy
sexta-feira, 9 de maio de 2008
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
A história e o poema
Quer parecer-me que o batráquio mais novo está a preparar um golpe de Sapo. Levado pela mão do batráquio residente para as primeiras aventuras aquáticas, eis que o girino lhe toma o gosto. Não leva muito tempo a que se transforme em sapo jovem, de ambição desmedida e de olho gordo no rei da poça. O sapo velho, acometido de lesões nos membros inferiores, indispensáveis para saltar e que tanto gosta de agitar quando salta numa onda, olha desconfiado para o jovem. Sentado na sua folha, espera há anos que uma princesa apareça e, com um beijo, o salve para sempre.
Só que nada acontece. Um dia, contudo, a tal princesa aparece, prometendo-lhe não um beijo, mas uma prancha. O batráquio novo nem sonha com a traição, mas o sapo velho vê ali a derradeira hipótese de fintar o destino (mesmo estando aleijado). Já se imagina coberto de glória, longe da poça e, acima de tudo, de pé em cima de uma prancha. Mas, Ò Destino Cruel, a princesa, assustada com o entusiasmo do sapo, assusta-se e desaparece, levando com ela a prancha e o bilhete para uma vida melhor. O sapo velho chora e as suas lágrimas enchem um pouco mais a poça.
Nessa tarde, já com o coração destroçado, o batráquio velho nem sonha com o golpe que está para vir. O sapito mais novo, aproveitando a ausência do seu senhor, lançou-se ao lago, cheio de garra, e alguém registou as suas façanhas. Com as fotos na mão, correu a mostrá-las ao mestre. E o mestre, mal disfarçando a raiva, elogiou-o e garantiu que iria publicá-las no pasquim do lago, para que todos os sapinhos, e as pessoas também, as pudessem contemplar. Mentiroso, porque publicou apenas uma. Mas antes, o sapo velho decidiu destilar o veneno que lhe corre nas veias, atacando alguns bravos homens que se fizeram ao mar no último fim-de-semana, a Sul de Lisboa. Acredito que, visto da poça, tudo pareça tranquilo. O sapo velho também sabe que sim e, para se redimir, tentou anunciar a lista de bravos homens que vão enfrentar, assim Neptuno o entenda, as montanhas de água no Havai.
Para o sapo velho e para o sapito mais novo, encontrei este poema. Espero que gostem.
Só que nada acontece. Um dia, contudo, a tal princesa aparece, prometendo-lhe não um beijo, mas uma prancha. O batráquio novo nem sonha com a traição, mas o sapo velho vê ali a derradeira hipótese de fintar o destino (mesmo estando aleijado). Já se imagina coberto de glória, longe da poça e, acima de tudo, de pé em cima de uma prancha. Mas, Ò Destino Cruel, a princesa, assustada com o entusiasmo do sapo, assusta-se e desaparece, levando com ela a prancha e o bilhete para uma vida melhor. O sapo velho chora e as suas lágrimas enchem um pouco mais a poça.
Nessa tarde, já com o coração destroçado, o batráquio velho nem sonha com o golpe que está para vir. O sapito mais novo, aproveitando a ausência do seu senhor, lançou-se ao lago, cheio de garra, e alguém registou as suas façanhas. Com as fotos na mão, correu a mostrá-las ao mestre. E o mestre, mal disfarçando a raiva, elogiou-o e garantiu que iria publicá-las no pasquim do lago, para que todos os sapinhos, e as pessoas também, as pudessem contemplar. Mentiroso, porque publicou apenas uma. Mas antes, o sapo velho decidiu destilar o veneno que lhe corre nas veias, atacando alguns bravos homens que se fizeram ao mar no último fim-de-semana, a Sul de Lisboa. Acredito que, visto da poça, tudo pareça tranquilo. O sapo velho também sabe que sim e, para se redimir, tentou anunciar a lista de bravos homens que vão enfrentar, assim Neptuno o entenda, as montanhas de água no Havai.
Para o sapo velho e para o sapito mais novo, encontrei este poema. Espero que gostem.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
O Homem
Silvano Lourenço, de Peniche, é campeão europeu de bodyboard. A análise, os elogios e as queixas do costume sobre a falta de apoios vs os bons resultados ficam para quem sabe da arte (os dois batráquios residentes). Estas oito linhas são apenas para dar os parabéns ao Homem. Da próxima vez que pararem na areia em Supertubos, por o mar estar muito grande, esperem um pouco. Quando o Silvano sair, depois de mais um tubo impossível, podem dar-lhe os parabéns. o Homem merece, acreditem.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Tempo dos Mais Novos

O Cocas, afinal, parece que tem um amigo. É verdade que se chama Esponja e que partilha com o nosso querido sapo o gosto por material rasteirinho. Mas isso, amiguinhos, os gostos de cada um são os gostos de cada um. E não nos cabe julgar ninguém. Mesmo que as pessoas adorem pranchas em tons de rosa, como é o caso de ambos (Não digam a ninguém, mas sonham os dois com material como o da foto). Enfim. Tudo isto para vos dizer que há um novo batráquio no lago, convidado pelo batráquio residente.
Convidado, mas com cautelas. Para já, parece que não lhe deu indicações sobre como assinar os 'posts'(até chorei ao ver aquele "assinado: Esponja). Nem para eles são bons.
Verdade seja dita, parece que este sapo é certinho (ao contrário do outro ainda não colocou fotos de mães de família com os seios à mostra). Mas é preciso desconfiar. Por outro lado, tenho de admitir que já partilhei uma sessão muito boa com o novo batráquio (o residente estava ausente) e que gostei de o ver dar às perninhas para entrar nas ondas com a sua pequena prancha mole. O residente também se atira (até na Nazaré, dizem as bocas de sapo). Mas sempre que vou à praia com o dito, a coisa corre invariavelmente mal. E a culpa não é minha.
Bom. Cá estamos. Dois contra um, sem honra nem glória. Mas resistirei, orgulhoso da minha posição bípede, fruto de milhões de anos de evolução. Se fosse para continuar deitado dentro de água, preferia ser sardinha.
Venham elas!!!
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Curioso

Sinceramente, não queria que a discussão fosse por este caminho. Mas, como diz o outro, se é para a desgraça, é mesmo para a desgraça.
(Mal posso esperar para ver o que vais articular depois desta).
Esta senhora é a mais recente conquista de Mr. Sl8r (numa lista que não é apenas longa, mas também de alta qualidade).
Se arranjares um cocas ao mesmo nível, garanto-te que pego nos barbatos e quinta-feira estou lá de esponja.
Ela chama-se Bar. Bar Rafaeli. E não olhes muito.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
No canal

Nestes anos todos que levo de mar, não me lembro de uma única vez ter ouvido ou falado de uma remada clássica até ao pico. É verdade que há histórias fabulosas de tipos que conseguem chegar ao pico em dias impossíveis, mergulho após mergulho, indiferentes aos dois ou três metros que rebentam com barulho na praia. E também dos outros, que voltam para trás e ficam na areia a ver os amigos. Mais ou menos vezes, já nos aconteceu a todos as duas coisas. Sem dramas, há sempre uma próxima vez.
Mas não é disso que quero falar. A discussão de hoje é sobre aqueles instantes entre dois momentos perfeitos: uma onda acabada e a seguinte. Talvez por isso, por ser ao mesmo tempo um fim e um início, ninguém se dê ao trabalho de discutir a remada de volta ao pico. Por isso e também por, normalmente, o protagonista desses instantes ser sempre outro tipo qualquer.
Por mim, chega. Confesso que já passei bons momentos a remar de volta pelo canal e a ver algum sortudo dropar uma onda e meter para dentro ou a atirar-se a um lip sem medir as consequências. E, se fico chateado por não ser eu (embora tenha acabado de o fazer e me prepare para repetir a dose), fico feliz pelo sortudo.
Talvez seja a melhor resposta à pergunta "O que fazer entre dois momentos de felicidade?"
Ver a felicidade dos outros, digo eu
terça-feira, 10 de julho de 2007
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Cocas, Ryan e as russas

O meu amigo Cocas - sim, aquele que enche este humilde estabelecimento com post de rapazes a andar na praia (ver exemplo abaixo) - não cabe em si de contente. Amanhã, ao que parece, vai estar na praia com duas raparigas russas loucas para apreender a fazer bodyboard. Quem já as viu, garante que são de parar o trânsito. Eu não sei, mas admito que sim. Isto tudo porque o meu amigo Cocas fez questão de me comunicar que não estaria na praia do costume. E sorriu quando explicou porquê. "Duas russas, ehehehehe!!!!" Bom. Como sou uma pessoa bem educada, respondi-lhe por escrito. Assim.
"Agora que penso a sério nisto, podes ficar por cá. À noite, quando te estiveres a virar de um lado para o outro da cama, com suores frios a pensar nas russas em fato de banho e nos porcos todos que ficaram a olhar para elas, eu vou estar KO, estendido no leito, com a cara a arder, os olhos cheios de sal e o nariz cheio de água. Se calhar, vamos fechar os olhos ao mesmo tempo. Tu vês as russas: estavam tão pertos que lhes podias tocar, mas não. Não vais tocar em nenhuma. Será um pouco como passar duas semanas num stand da Ferrari com os carros todos fechados e nem uma chave à vista. Vais andar por ali, com água pelo joelho a brincar aos putos estúpidos que fazem carreirinhas. Por isso, caro Cocas, não vale sequer a pena contar-te o que vou ver. Não ias compreender."
Como diria o amigo aí da foto. "Toma!!!"
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Mr. Price, Mr. Saca

Esta é a história resumida do primeiro heat do Tiago no Mr. Price Pro :
Heat #21
Mr Price
Round of 96
More info ...
singlet plc pts name from
Red 1 13.90 Tiago Pires PRT
White 4 8.77 Kai Otton AUS
Yellow 3 9.90 Quintin Jones ZAF
Black 2 11.03 Jeremy Flores FRA
Aguardemos.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Quem procura...

Andy Irons venceu no Chile. O ano passado tinha ganho no México. Os dois primeiros Rip Curl Search têm, assim, a sua assinatura no final. Como será em 2008? Para já, Fanning fez um terceiro e segurou a liderança. Damien, mesmo batido na final (em que passou quase metade do tempo à procura da primeira onda)surge logo a seguir. AI e Taj fecham os quatro da frente. E Slater? Encontrará motivação para sair do 5.º? Quem viu o seu último heat em Arica sabe que tudo é possível. Ainda mais em J-Bay, palco de uma das mais espantosas (Slater derrotou AI) reviravoltas na história da ASP. Faltam 12 dias.
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Onda perdida

O Sam George, a Holly Beck e o namorado dela estiveram em São Tomé. Os mais fiéis lembram-se, com certeza, de há uns anos ter visto na Surfer a fotografia de uma inacreditavelmente pequena e perfeita direita algures em África. Não estava escrito em lado nenhum onde era, mas, com alguma paciência e duas ou três leituras das legendas e das fotos, era possível perceber que se tratava do Ilhéu das Rolas. O artigo, se bem me lembro, contava as aventuras de Sam e do aventureiro Randy Rarick em alguns dos cantos mais 'esquecidos' do mundo. Nesses dias quentes ao largo de África, Sam e Randy ensinaram um miúdo local a surfar - como tinham feito tantas vezes em tantas praias. Agora, passados alguns anos, sem o Randy, mas com a Holly Beck e o namorado dela à boleia, Sam George regressou a S. Tomé.
A viagem até ao reencontro com o menino surfista chama-se Lost Wave
A Holly Beck conta como foi.
terça-feira, 19 de junho de 2007
Aqui e agora
You will never be happy if you continue to search for what happiness consists of. You will never live if you are looking for the meaning of life.
Albert Camus
Albert Camus
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