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terça-feira, 5 de maio de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
O Quilhas
O porco do Quilhas está neste momento na Austrália a acompanhar uma etapa do WQS. E depois querem que eu não lhe chame "surfista javardo!"
O controlo que este senhor tem sobre aquela ondas não é humano.
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O controlo que este senhor tem sobre aquela ondas não é humano.
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segunda-feira, 16 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
Quicksilver Pro Australia
Depois de recuperar das muitas gargalhadas, sete para ser mais exacto, libertadas à hora do futebol. Passei os olhos pela final da primeira prova do WCT. Joel Parkinson e Adriano de Souza. 8.83 e 8.17, foram suficientes para Parkinson garantir a liderança. A 13' do fim, Souza ainda sacou um bom tubo, mas os juízes não foram na conversa. No final a vitória na Gold Coast ficou com o australiano que fechou a festa com um tubo nota 10.
O mar, zangado e com tamanho suficiente para os meninos poderem brilhar ajudou, mas a verdade é que o Surf começa a merecer honras de Domingo Desportivo. Não falta qualidade à transmissão - anúncios, replays e flash interviews - e os artistas são bem melhores que os milionários lagartinhos de Alcochete.
Cada vez menos faz sentido comparar Surf e Bodyboard, mas fica para o registo: com a vitória Parkinson ganhou 40 mil dólares. LG, Corona, Red Bull a autarquia local e umas quantas surfshops pagaram a festa, mas viram o dinheiro ser bem empregue.
Bons Tubos
P.S: O discurso de Parko foi divertido, mas nada melhor que um zuka a falar inglês para acabar a noite como começou: a rir!
O mar, zangado e com tamanho suficiente para os meninos poderem brilhar ajudou, mas a verdade é que o Surf começa a merecer honras de Domingo Desportivo. Não falta qualidade à transmissão - anúncios, replays e flash interviews - e os artistas são bem melhores que os milionários lagartinhos de Alcochete.
Cada vez menos faz sentido comparar Surf e Bodyboard, mas fica para o registo: com a vitória Parkinson ganhou 40 mil dólares. LG, Corona, Red Bull a autarquia local e umas quantas surfshops pagaram a festa, mas viram o dinheiro ser bem empregue.
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P.S: O discurso de Parko foi divertido, mas nada melhor que um zuka a falar inglês para acabar a noite como começou: a rir!
segunda-feira, 9 de março de 2009
Ainda pela Austrália
Este ano a ASP oferece um bónus especial à tribo do surf: Heat on Demand. Um luxo sobretudo se compararmos a transmissão com o webcast de Pipeline. Joel Parkinson contra o Tiago Pires. O resultado foi o mais previsível, mas no surf os rapazes estiveram em grande. Parkinson, com duas ondas esmifradas até às últimas e Saca a responder com um grande tubo. Se não tem caído, talvez a história fosse diferente...
O 10 de Dane Reynolds
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O 10 de Dane Reynolds
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quarta-feira, 4 de março de 2009
E se não fizesse Bodyboard?
E se não fizesse Bodyboard? Não fossem as minhas amigas ondas e onde é que eu podia ir descarregar a cabeça? Onde conseguiria recarregar energias? É aquela pergunta das velhas revistas de Surf: "Outro desporto? ..." O skate seria, certamente, uma alternativa viável.
Um tal de Dany Way ...
... um puto que dá pelo nome de Nyjah Huston.
e a Tour da Element
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Um tal de Dany Way ...
... um puto que dá pelo nome de Nyjah Huston.
e a Tour da Element
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sábado, 28 de fevereiro de 2009
O 'Circo' voltou
Nunca percebi bem porquê, mas nos jornais a Fórmula 1 é conhecida como o Grande Circo. A verdade é que os milhões, os carros e os espectadores fazem da Fórmula 1 o maior campeonato do automobilismo mundial. Nos países visitados, o ambiente de cada Grande Prémio é descrito como se fosse um campeonato do mundo de futebol. Nas pistas o nível é requintado.
Recomeçou na Austrália o WCT. Kelly Slater e companhia estão de volta ao mar e as diferenças voltam a tornar-se evidentes. Em Pipe, o webcast era risível. Má imagem, comentários interrompidos - mas bem melhores que no ano passado - e realização miserável. Nos últimos dias vi muitos planos da areia e nuvens havaianas...
No WCT, a divisão é outra. Dois comentadores, realização à moda da ESPN e artistas de gabarito, tanto nas ondas como na areia. O Surf está transformado num campeonato profissional e o nível nunca foi tão alto. No Bodyboard ainda se vivem tempos amadores. O Surf é sustentado pelas maiores empresas do Mundo e a dimensão da audiência até já justifica que se façam avisos politicamente correctos. Naturalmente, o webcast até já tem pausas para anúncios
O Kelly Slater - que passou com um heat banal- continua com estatuto de Deus. Os comentadores ficam húmidos só de o ver apanhar uma onda e nem precisam que os juízes a valorizem para o elogiar. Este ano, a novidade é que, ao melhor estilo dos Air Jordan, o Slater está a surfar numa prancha que ele próprio shapou. Quanto tempo para as ver à venda no Colombo? Para aumentar o estatuto de extraterrestra, o senhor dos 9/10 títulos mundiais anda com mais uma quilha que todos os outros Quilhas.
Quem viu a final do Grand Slam em Pipeline, sabe que não faltam extraterrestres na água. Ryan Hardy e Pierre Louis Costes, partiram, literalmente, a loiça toda. O Ben Player, parece, foi roubado e o Jeff Hubbard só conseguiu apanhar uma onda no heat dos quartos-de-final. No WCT vi ondas miseráveis a serem esmifradas até à última.
Para mim, fã de Fórmula 1 desde que me lembro de ver televisão, o que sempre tornou uma competição especial foi a classe dos pilotos. No mar, há Schumacher's dos dois lados. E afinal essa é a única parte que interessa.
O Grande Circo começou
Bons Tubos
Recomeçou na Austrália o WCT. Kelly Slater e companhia estão de volta ao mar e as diferenças voltam a tornar-se evidentes. Em Pipe, o webcast era risível. Má imagem, comentários interrompidos - mas bem melhores que no ano passado - e realização miserável. Nos últimos dias vi muitos planos da areia e nuvens havaianas...
No WCT, a divisão é outra. Dois comentadores, realização à moda da ESPN e artistas de gabarito, tanto nas ondas como na areia. O Surf está transformado num campeonato profissional e o nível nunca foi tão alto. No Bodyboard ainda se vivem tempos amadores. O Surf é sustentado pelas maiores empresas do Mundo e a dimensão da audiência até já justifica que se façam avisos politicamente correctos. Naturalmente, o webcast até já tem pausas para anúncios
O Kelly Slater - que passou com um heat banal- continua com estatuto de Deus. Os comentadores ficam húmidos só de o ver apanhar uma onda e nem precisam que os juízes a valorizem para o elogiar. Este ano, a novidade é que, ao melhor estilo dos Air Jordan, o Slater está a surfar numa prancha que ele próprio shapou. Quanto tempo para as ver à venda no Colombo? Para aumentar o estatuto de extraterrestra, o senhor dos 9/10 títulos mundiais anda com mais uma quilha que todos os outros Quilhas.
Quem viu a final do Grand Slam em Pipeline, sabe que não faltam extraterrestres na água. Ryan Hardy e Pierre Louis Costes, partiram, literalmente, a loiça toda. O Ben Player, parece, foi roubado e o Jeff Hubbard só conseguiu apanhar uma onda no heat dos quartos-de-final. No WCT vi ondas miseráveis a serem esmifradas até à última.
Para mim, fã de Fórmula 1 desde que me lembro de ver televisão, o que sempre tornou uma competição especial foi a classe dos pilotos. No mar, há Schumacher's dos dois lados. E afinal essa é a única parte que interessa.
O Grande Circo começou
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Next level
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Chacota
A ideia nunca me pareceu brilhante. Um desporto que se quer profissional não pode deixar entrar vedetas que nem o praticam entrar na mais mediática prova do campeonato do Mundo. Um desporto que se quer de alta competição, não pode fazer o erro de oferecer lugares quando há milhares de bodyboarders em melhores condições para disputar um heat com o Damian King. Jamie O'Brien, numa saudável demonstração de watermanship entrou em Pipe de boogie e com um par de pés de pato.
A performance foi, no mínimo, rísivel. Primeiro, fez uma interferência. E depois fez duas ondas. Na primeira, deixou fugir o rail - o tal que se gabava de conseguir segurar bem - e na melhor ainda conseguiu entrar no tubo. Depois disso, deu um sinal de vida quando apareceu uma barbatana over the falls.
Que isto tenha servido, pelo menos, para acabar com a irritante ideia que o Bodyboard é fácil.
Pelo espírito, parabéns ao O'Brien. À IBA e aos génios que tiveram esta ideia, deixo uma sugestão: PROFISSIONALIZEM-SE!
A performance foi, no mínimo, rísivel. Primeiro, fez uma interferência. E depois fez duas ondas. Na primeira, deixou fugir o rail - o tal que se gabava de conseguir segurar bem - e na melhor ainda conseguiu entrar no tubo. Depois disso, deu um sinal de vida quando apareceu uma barbatana over the falls.
Que isto tenha servido, pelo menos, para acabar com a irritante ideia que o Bodyboard é fácil.
Pelo espírito, parabéns ao O'Brien. À IBA e aos génios que tiveram esta ideia, deixo uma sugestão: PROFISSIONALIZEM-SE!
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Incompetência
Anunciaram. Prometeram um Web Cast. Chamaram uma estrela do Surf para dar mediatismo à primeira etapa do Grand Slam. Este ano é que ia ser. Agora sim, o Bodyboard teria um mundial que mereceia ... As expectativas eram altas.
E o que acontece no primeiro dia da competição? O site, vai abaixo. Da próxima vez que se perguntarem porque raio há dinheiro para o Surf e não para o Bodyboard, ou pensarem porque as competições de surf são reconhecidas e as de Bodyboard não, a resposta é tão dura como simples. O Bodyboard está entregue a amadores incompetentes. Como pode um amador ser incompetente? Perguntem aos senhores da IBA.
E o que acontece no primeiro dia da competição? O site, vai abaixo. Da próxima vez que se perguntarem porque raio há dinheiro para o Surf e não para o Bodyboard, ou pensarem porque as competições de surf são reconhecidas e as de Bodyboard não, a resposta é tão dura como simples. O Bodyboard está entregue a amadores incompetentes. Como pode um amador ser incompetente? Perguntem aos senhores da IBA.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Hubb
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Jamie O'Brien
Confesso que já estava a estranhar. A nação boogie tardou em reagir à entrada do Jamie O'Brien directamente no quadro principal do Pipeline Masters. A mim, até me parece saudável a ideia de um surfista local de Pipe querer entrar numa prova de Bodyboard. Por outro lado, não é ideia que me agrade por completo. E os bodyboarders locais havaianos, não mereciam? E o clássico Kainoa McGee que aparentemente perdeu o lugar para o Quilhas Saltitante? E isto não passará uma imagem submissa do Bodyboard perante o Surf? Pensem assim: Acham que o Mitch Rawlins podia entrar no Pipe Masters do WCT?
in Stab
“It’s not like I’ve been out there practising. Last year I paddled out at Pipe and got a few sick ones. And the year before I got a sick right. I was like, ‘Well fuck; I’m getting sick ones on the boog, why not? I don’t see why I can’t make a few heats. Next year I think I will make the final.”
Such confidence from any other person would be nauseating. But as Stewart says “Jamie rides Pipe, in my opinion, as well as anyone ever has.” Recently, Jamie was on the receiving end of a tutorial from the master, in the line-up, engaging with Stewart in “technical dialogue about how to take drops on a bodyboard.”
He also says however, that his confidence in part stems from the ineptitude of many past competitors in the contest. “They don’t get that barrelled. Some are really good, they get really barrelled. But some that I have seen in the comp - I’ve been kinda shaking my head for the past five years.”
If Jamie does succeed, it won’t be to a tickertape parade down the Kam Highway. In 2005, that same man, Kainoa McGee, bettered Dane Reynolds, Rob Machado and Dustin Barca on his way to a semi-final birth in the four-star Pipeline WQS. Jamie’s success will do little more than even the ledger. So does he have a chance?
Professional bodyboarder and a veteran of numerous Pipeline contests Jose Marquina believes so. “At the end of the day a pit is a pit, and you get ten pointers out pipe for getting barrelled. If it’s 6 to 8 foot he’s as good a chance as anybody.” Jamie’s only move is an el rollo. And he concedes his strategy consists simply of picking the right waves, "dragging dick and getting deep". Though when it comes to pickin’ ‘em, Jamie is the John West of pipe.
Player agrees. “He knows Pipe better than most. He will pick the best waves he can. It’s gonna be pretty exciting.”
Bons Tubos
in Stab
“It’s not like I’ve been out there practising. Last year I paddled out at Pipe and got a few sick ones. And the year before I got a sick right. I was like, ‘Well fuck; I’m getting sick ones on the boog, why not? I don’t see why I can’t make a few heats. Next year I think I will make the final.”
Such confidence from any other person would be nauseating. But as Stewart says “Jamie rides Pipe, in my opinion, as well as anyone ever has.” Recently, Jamie was on the receiving end of a tutorial from the master, in the line-up, engaging with Stewart in “technical dialogue about how to take drops on a bodyboard.”
He also says however, that his confidence in part stems from the ineptitude of many past competitors in the contest. “They don’t get that barrelled. Some are really good, they get really barrelled. But some that I have seen in the comp - I’ve been kinda shaking my head for the past five years.”
If Jamie does succeed, it won’t be to a tickertape parade down the Kam Highway. In 2005, that same man, Kainoa McGee, bettered Dane Reynolds, Rob Machado and Dustin Barca on his way to a semi-final birth in the four-star Pipeline WQS. Jamie’s success will do little more than even the ledger. So does he have a chance?
Professional bodyboarder and a veteran of numerous Pipeline contests Jose Marquina believes so. “At the end of the day a pit is a pit, and you get ten pointers out pipe for getting barrelled. If it’s 6 to 8 foot he’s as good a chance as anybody.” Jamie’s only move is an el rollo. And he concedes his strategy consists simply of picking the right waves, "dragging dick and getting deep". Though when it comes to pickin’ ‘em, Jamie is the John West of pipe.
Player agrees. “He knows Pipe better than most. He will pick the best waves he can. It’s gonna be pretty exciting.”
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Ora ai está!
Viana do Castelo, Praia Grande, Peniche e Nazaré. As ondas dos Supertubos em Setembro e as primas nazarenas em Novembro - para os mais esquecidos, o mês do SPECIAL EDITION - podem, ao contrário da Praia Grande em Agosto, ser um belo cartão de visita para os melhores Bodyboarders do Mundo. Vai ser bom de ver.
IBA Tour 2009 proposed dates
WMT & WWT
Turbo Pipe pro Pipeline, Oahu Feb 17th – 27th
(WMT Grand Slam)
Pipeline Women’s Pro Pipeline, Oahu March 31st – April 14th
(WWT Grand Slam)
Katherine Melo Santa Catarina April 16th – 21st
(WWT Grand Slam)
Bahia Pro Salvadore, Brazil April 28th – May 3rd
SIC Trials Cronulla Point, NSW July 3,4 & 5th
Shark Island Pro Shark Island Australia July 6th – 26th (TBC)
(WMT Grand Slam)
Arica Pro El Gringo, Chile’ Aug 3rd – 15th
(WMT Grand Slam)
Viana Pro Mariana Beach, Viana Aug 12th – 16th Sopelana Sopelana, Spain Aug 18th – 23rd
Sintra Praia Grande’, Portugal August 25th – 30th
(WMT / WWT Grand Slam)
Ferrol Doninios Beach, Spain Sept 2nd – 6th
Peniche’ Pro Supertubos, Portugal Sept 9th – 13th TBC
Rio BB Pro Copacobana, Brazil October 8th – 11th TBC
Miss Rio Pro Vatijuca Beach, Brazil October 15th – 18th TBC
BPF Isla De Margarita, VNZ Oct 22nd – 25th
Nazare’ Nazare’, Portugal Nov 1st – 8th TBC
Açorez Azores Islands, Portugal Nov 10th – 15th TBC
Milkshakes Pro Australia (WWT only) Nov 13th – 15th TBC
Tenerife Los Americas, Tenerife Nov 23rd – 29th
Confital El Confital, Gran Canaria Dec 3rd – 12th
(WMT / WWT Grand Slam)
IBA Tour 2009 proposed dates
WMT & WWT
Turbo Pipe pro Pipeline, Oahu Feb 17th – 27th
(WMT Grand Slam)
Pipeline Women’s Pro Pipeline, Oahu March 31st – April 14th
(WWT Grand Slam)
Katherine Melo Santa Catarina April 16th – 21st
(WWT Grand Slam)
Bahia Pro Salvadore, Brazil April 28th – May 3rd
SIC Trials Cronulla Point, NSW July 3,4 & 5th
Shark Island Pro Shark Island Australia July 6th – 26th (TBC)
(WMT Grand Slam)
Arica Pro El Gringo, Chile’ Aug 3rd – 15th
(WMT Grand Slam)
Viana Pro Mariana Beach, Viana Aug 12th – 16th Sopelana Sopelana, Spain Aug 18th – 23rd
Sintra Praia Grande’, Portugal August 25th – 30th
(WMT / WWT Grand Slam)
Ferrol Doninios Beach, Spain Sept 2nd – 6th
Peniche’ Pro Supertubos, Portugal Sept 9th – 13th TBC
Rio BB Pro Copacobana, Brazil October 8th – 11th TBC
Miss Rio Pro Vatijuca Beach, Brazil October 15th – 18th TBC
BPF Isla De Margarita, VNZ Oct 22nd – 25th
Nazare’ Nazare’, Portugal Nov 1st – 8th TBC
Açorez Azores Islands, Portugal Nov 10th – 15th TBC
Milkshakes Pro Australia (WWT only) Nov 13th – 15th TBC
Tenerife Los Americas, Tenerife Nov 23rd – 29th
Confital El Confital, Gran Canaria Dec 3rd – 12th
(WMT / WWT Grand Slam)
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Socorro
Três semanas sem surfar é muito tempo. Aida para mais, quando tenho uma prancha nova em casa e muito stress para descarregar. Eu PRECISO de ir à água! Porra, mas quando é que isto acalma?
Na volta, o melhor é dedicar-me ao skate
Bons tubos
Na volta, o melhor é dedicar-me ao skate
Bons tubos
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
O Surf e o Sexo
"São abundantes e frequentes as comparações entre o Surf e o Sexo e não deixa de ser curioso que de todos os surfistas que são fumadores que conheço e absurdamente não são poucos todos eles acendem um cigarro depois de surfar e depois de comer, depois do sexo não sei porque não estava lá…"
E não é que acedo sempre um cigarro depois do surf?
by Pedro Arruda in Ondas
E não é que acedo sempre um cigarro depois do surf?
by Pedro Arruda in Ondas
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
O estado da nação
Nos últimos tempos a conversa tem sido animada pela exclusão do BB dos WSG. Será que ficámos a ganhar? Será que vamos conseguir organizar um evento semelhante, mas exclusivamente dedicado ao BB? Será que tal evento faz sentido? As dúvidas são muitas e todas pertinentes.
De todo este (mais um) triste filme, vejo apenas um grande prejudicado: a selecção nacional. Não é segredo que Portugal é um país de bodyboarders. O nível do surf nacional é fraco, as competições domésticas são desoladoras – quantos nomes é possível dar a um cut back? – e contam-se pelos dedos de uma mão os verdadeiros atletas de Surf. O “melhor de sempre” luta para que o deixem continuar entre os 45 melhores do Mundo e a última vez que foi notícia tinha sido esmagado em Pipeline por, dizia o Surfline, ter feito uma má escolha de prancha. No Bobyboard é diferente. Há mais competidores e mesmo com remunerações miseráveis os resultados aparecem. Hugo Pinheiro e Manuel Centeno são conhecidos e respeitados pelos melhores do Mundo, entre as mulheres a Rita Pires bate-se de igual para igual com as melhores e a próxima fornada já está pronta a sair. Gonçalo Campos e Dino Carmo, estão prontos e com o treino (€€) adequado vão certamente chegar longe. Na próxima edição dos WSG os resultados vão ser miseráveis, mas até adivinho o discurso: “Pouco podemos fazer contra australianos, americanos, brasileiros, ...” Eu comento já: “Há um desporto em que os limpamos com relativa facilidade e frequência, mas desse vocês não gostam ...”
Mas o maior problema do Bodyboard não está na água. A seco, a goleada do surf ao bodyboard continua a ser assustadora. As marcas sustentam qualquer menino que tenha uma prancha, a imprensa acompanha o mais miserável do feito – quantas vezes ouvimos no ano passado: “Saca foi repescado” – e a imprensa especializada é profissional. A falta de uma verdadeira revista e de um órgão federativo que reúna bodyboarders e que assegure o destaque a quem faz por o merecer são as duas maiores falhas do desporto em Portugal. A VERT é um esforço amador, mas é insuficiente. Textos que começam com o autor a pedir desculpa por escrever mal, fotos repetidas e, a característica mais irritante, anúncios a marcas que tudo fazem para sabotar o Bodyboard. É altura de juntar as tropas, de reunir as marcas de BB e de criar algo novo, forte, profissional e, sobretudo, EXCLUSIVAMENTE SUSTENTADO PELO DINHEIRO DO BB.
Se o Bodyboard ficou a perder com a saída dos WSG? Não sei, mas confesso que não estou muito preocupado com isso. Há problemas bem mais graves para resolver. Por exemplo: porque será que os atletas que não vivem em Lisboa ou no Porto não conseguem patrocinadores decentes?

Bons Tubos
De todo este (mais um) triste filme, vejo apenas um grande prejudicado: a selecção nacional. Não é segredo que Portugal é um país de bodyboarders. O nível do surf nacional é fraco, as competições domésticas são desoladoras – quantos nomes é possível dar a um cut back? – e contam-se pelos dedos de uma mão os verdadeiros atletas de Surf. O “melhor de sempre” luta para que o deixem continuar entre os 45 melhores do Mundo e a última vez que foi notícia tinha sido esmagado em Pipeline por, dizia o Surfline, ter feito uma má escolha de prancha. No Bobyboard é diferente. Há mais competidores e mesmo com remunerações miseráveis os resultados aparecem. Hugo Pinheiro e Manuel Centeno são conhecidos e respeitados pelos melhores do Mundo, entre as mulheres a Rita Pires bate-se de igual para igual com as melhores e a próxima fornada já está pronta a sair. Gonçalo Campos e Dino Carmo, estão prontos e com o treino (€€) adequado vão certamente chegar longe. Na próxima edição dos WSG os resultados vão ser miseráveis, mas até adivinho o discurso: “Pouco podemos fazer contra australianos, americanos, brasileiros, ...” Eu comento já: “Há um desporto em que os limpamos com relativa facilidade e frequência, mas desse vocês não gostam ...”
Mas o maior problema do Bodyboard não está na água. A seco, a goleada do surf ao bodyboard continua a ser assustadora. As marcas sustentam qualquer menino que tenha uma prancha, a imprensa acompanha o mais miserável do feito – quantas vezes ouvimos no ano passado: “Saca foi repescado” – e a imprensa especializada é profissional. A falta de uma verdadeira revista e de um órgão federativo que reúna bodyboarders e que assegure o destaque a quem faz por o merecer são as duas maiores falhas do desporto em Portugal. A VERT é um esforço amador, mas é insuficiente. Textos que começam com o autor a pedir desculpa por escrever mal, fotos repetidas e, a característica mais irritante, anúncios a marcas que tudo fazem para sabotar o Bodyboard. É altura de juntar as tropas, de reunir as marcas de BB e de criar algo novo, forte, profissional e, sobretudo, EXCLUSIVAMENTE SUSTENTADO PELO DINHEIRO DO BB.
Se o Bodyboard ficou a perder com a saída dos WSG? Não sei, mas confesso que não estou muito preocupado com isso. Há problemas bem mais graves para resolver. Por exemplo: porque será que os atletas que não vivem em Lisboa ou no Porto não conseguem patrocinadores decentes?

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
O projecto
Ando com saudades de fazer um verdadeiro dia de ondas. Uma surfada de manhã, pequena bucha para atestar o depósito e, depois do café, a segunda surfada até o sol se esconder. De preferência, com ondas de metro, off shore e pouco crowd.
Agora, além do stress a atrapalhar ainda há fins-de-semana em que o mar resolve mostrar o que é uma tempestade. Pela primeira vez em muito tempo, este fim-de-semana não vi nignuém na água em Peniche.
A seco, é inevitável acabar a sonhar com ondas, surftrips e com o quiver de perfeito. Aproveitei o Domingo para definir a minha próxima meta: 41', shape estreito mas curvilíneo e a acabar em crescent, em PE e com um flat stringer. Já agora, que seja preta no deck, vermelha nos rails, 60/40, e branca no slick. Depois, só falta o pequeno emblema a dizer: Refresh. Sempre quis ter uma prancha custom e até acho que é preciso dar uma ajuda a quem investe no BB nacional.
Para já, terei de me contentar em agendar o verdadeiro dia de surf. Viva a crise!!
LOVE LIFE LIVE , Boss it up
Bons Tubos
Agora, além do stress a atrapalhar ainda há fins-de-semana em que o mar resolve mostrar o que é uma tempestade. Pela primeira vez em muito tempo, este fim-de-semana não vi nignuém na água em Peniche.
A seco, é inevitável acabar a sonhar com ondas, surftrips e com o quiver de perfeito. Aproveitei o Domingo para definir a minha próxima meta: 41', shape estreito mas curvilíneo e a acabar em crescent, em PE e com um flat stringer. Já agora, que seja preta no deck, vermelha nos rails, 60/40, e branca no slick. Depois, só falta o pequeno emblema a dizer: Refresh. Sempre quis ter uma prancha custom e até acho que é preciso dar uma ajuda a quem investe no BB nacional.
Para já, terei de me contentar em agendar o verdadeiro dia de surf. Viva a crise!!
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Talkin' Pipe
Engraçado como os verdadeiros surfistas têm um tom de voz especial. Mais calmo, pausado, como se estivessem sempre em velocidade de cruzeiro. Os momentos de aceleração, passam-nos na água. A seco, sentem-se como peixes.
Gerry Lopez e Jock Sutherland estiveram entre os que desbravaram a melhor onda do mundo. Partilharam os primeiros drops em Pipe, estavam na água quando escolheram o nome para o pico, quando descobriram a magia dos duck dives, dos chops e até sabem como é encontrar o célebre line up havaiano vazio e a areia livre de fotógrafos.
A lista de heróis é extensa, mas há dois rapazes que merecem um destaque especial. Estavam entre os primeiros a chamar à atenção em Pipe, mas não usam prancha e quando queriam boleia usavam pequenas tábuas de madeira. Ben Severson e Mike Stewart .
I
II
III
IV
V
VI
Bons tubos
Gerry Lopez e Jock Sutherland estiveram entre os que desbravaram a melhor onda do mundo. Partilharam os primeiros drops em Pipe, estavam na água quando escolheram o nome para o pico, quando descobriram a magia dos duck dives, dos chops e até sabem como é encontrar o célebre line up havaiano vazio e a areia livre de fotógrafos.
A lista de heróis é extensa, mas há dois rapazes que merecem um destaque especial. Estavam entre os primeiros a chamar à atenção em Pipe, mas não usam prancha e quando queriam boleia usavam pequenas tábuas de madeira. Ben Severson e Mike Stewart .
I
II
III
IV
V
VI
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