terça-feira, 5 de maio de 2009

Vida dura

O sucessor apresenta-se ...






Bons Tubos

segunda-feira, 30 de março de 2009

O Quilhas

O porco do Quilhas está neste momento na Austrália a acompanhar uma etapa do WQS. E depois querem que eu não lhe chame "surfista javardo!"


O controlo que este senhor tem sobre aquela ondas não é humano.



Bons Tubos

segunda-feira, 16 de março de 2009

Rush



Bons Tubos

quarta-feira, 11 de março de 2009

Quicksilver Pro Australia

Depois de recuperar das muitas gargalhadas, sete para ser mais exacto, libertadas à hora do futebol. Passei os olhos pela final da primeira prova do WCT. Joel Parkinson e Adriano de Souza. 8.83 e 8.17, foram suficientes para Parkinson garantir a liderança. A 13' do fim, Souza ainda sacou um bom tubo, mas os juízes não foram na conversa. No final a vitória na Gold Coast ficou com o australiano que fechou a festa com um tubo nota 10.

O mar, zangado e com tamanho suficiente para os meninos poderem brilhar ajudou, mas a verdade é que o Surf começa a merecer honras de Domingo Desportivo. Não falta qualidade à transmissão - anúncios, replays e flash interviews - e os artistas são bem melhores que os milionários lagartinhos de Alcochete.

Cada vez menos faz sentido comparar Surf e Bodyboard, mas fica para o registo: com a vitória Parkinson ganhou 40 mil dólares. LG, Corona, Red Bull a autarquia local e umas quantas surfshops pagaram a festa, mas viram o dinheiro ser bem empregue.

Bons Tubos

P.S: O discurso de Parko foi divertido, mas nada melhor que um zuka a falar inglês para acabar a noite como começou: a rir!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Ainda pela Austrália

Este ano a ASP oferece um bónus especial à tribo do surf: Heat on Demand. Um luxo sobretudo se compararmos a transmissão com o webcast de Pipeline. Joel Parkinson contra o Tiago Pires. O resultado foi o mais previsível, mas no surf os rapazes estiveram em grande. Parkinson, com duas ondas esmifradas até às últimas e Saca a responder com um grande tubo. Se não tem caído, talvez a história fosse diferente...

O 10 de Dane Reynolds



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quarta-feira, 4 de março de 2009

E se não fizesse Bodyboard?

E se não fizesse Bodyboard? Não fossem as minhas amigas ondas e onde é que eu podia ir descarregar a cabeça? Onde conseguiria recarregar energias? É aquela pergunta das velhas revistas de Surf: "Outro desporto? ..." O skate seria, certamente, uma alternativa viável.

Um tal de Dany Way ...



... um puto que dá pelo nome de Nyjah Huston.




e a Tour da Element




Bons Tubos

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O 'Circo' voltou

Nunca percebi bem porquê, mas nos jornais a Fórmula 1 é conhecida como o Grande Circo. A verdade é que os milhões, os carros e os espectadores fazem da Fórmula 1 o maior campeonato do automobilismo mundial. Nos países visitados, o ambiente de cada Grande Prémio é descrito como se fosse um campeonato do mundo de futebol. Nas pistas o nível é requintado.

Recomeçou na Austrália o WCT. Kelly Slater e companhia estão de volta ao mar e as diferenças voltam a tornar-se evidentes. Em Pipe, o webcast era risível. Má imagem, comentários interrompidos - mas bem melhores que no ano passado - e realização miserável. Nos últimos dias vi muitos planos da areia e nuvens havaianas...

No WCT, a divisão é outra. Dois comentadores, realização à moda da ESPN e artistas de gabarito, tanto nas ondas como na areia. O Surf está transformado num campeonato profissional e o nível nunca foi tão alto. No Bodyboard ainda se vivem tempos amadores. O Surf é sustentado pelas maiores empresas do Mundo e a dimensão da audiência até já justifica que se façam avisos politicamente correctos. Naturalmente, o webcast até já tem pausas para anúncios

O Kelly Slater - que passou com um heat banal- continua com estatuto de Deus. Os comentadores ficam húmidos só de o ver apanhar uma onda e nem precisam que os juízes a valorizem para o elogiar. Este ano, a novidade é que, ao melhor estilo dos Air Jordan, o Slater está a surfar numa prancha que ele próprio shapou. Quanto tempo para as ver à venda no Colombo? Para aumentar o estatuto de extraterrestra, o senhor dos 9/10 títulos mundiais anda com mais uma quilha que todos os outros Quilhas.

Quem viu a final do Grand Slam em Pipeline, sabe que não faltam extraterrestres na água. Ryan Hardy e Pierre Louis Costes, partiram, literalmente, a loiça toda. O Ben Player, parece, foi roubado e o Jeff Hubbard só conseguiu apanhar uma onda no heat dos quartos-de-final. No WCT vi ondas miseráveis a serem esmifradas até à última.

Para mim, fã de Fórmula 1 desde que me lembro de ver televisão, o que sempre tornou uma competição especial foi a classe dos pilotos. No mar, há Schumacher's dos dois lados. E afinal essa é a única parte que interessa.

O Grande Circo começou



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